O mercado de crédito com garantia de imóvel, conhecido como home equity, consolidou-se em 2026 como uma das alternativas financeiras mais estratégicas para famílias e empresas brasileiras. O setor tem sido impulsionado pela tendência de queda na taxa Selic e por avanços regulatórios, como o Marco Legal das Garantias, que conferem maior agilidade e segurança jurídica às operações.

Com juros estruturalmente menores e prazos estendidos, o financiamento imobiliário total deve registrar um crescimento de até 15% neste ano, atraindo consumidores que buscam liquidez para investimentos, reformas ou consolidação de dívidas.

A expansão do setor também é marcada pela entrada de novos players e pelo fortalecimento das fintechs, que utilizam plataformas digitais para desburocratizar o acesso ao patrimônio imobiliário.

Instituições como Creditas e Nubank ganham relevância ao lado de bancos tradicionais, oferecendo condições flexíveis que podem levar o home equity a representar uma fatia muito maior do PIB brasileiro nas próximas décadas.

Além disso, iniciativas do Banco Central para liberar recursos do compulsório da poupança prometem ampliar ainda mais a oferta de crédito e reduzir as taxas para o consumidor final nos próximos ciclos.