As novas regras para financiamento de imóveis entraram em vigor. Assim, a partir de agora, além da faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), voltada para famílias com renda mensal de até R$ 12 mil, o teto de imóveis financiáveis passa a variar entre R$ 255 mil e R$ 270, para os beneficiários que se enquadram nas faixas 1 e 2 do programa.

Além do mais, a Caixa Econômica Federal voltou a financiar até 80% no Sistema de Amortização Constante (SAC), no qual as parcelas são maiores no início e menores no fim, por causa da diminuição progressiva dos juros. A instituição também passa a permitir que clientes contratem mais de um financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Minha Casa, Minha Vida

Uma das medidas que mais prometem impactar o mercado imobiliário é a Faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida. Ela posiciona a classe média como um dos principais vetores de crescimento do setor, em um momento marcado por juros elevados, crédito escasso e mudança no perfil de consumo habitacional.

Voltada para famílias com renda mensal de até R$ 12 mil, a nova faixa oferece condições inéditas: teto de imóvel de R$ 500 mil, juros a partir de 10% ao ano e prazo de financiamento de até 35 anos.

Ampliação do teto

Outra mudança que entrou em vigor e deve movimentar o mercado é o reajuste do e compras de imóveis das faixas 1 e 2 do programa Minha Casa, Minha Vida. Agora, cidades das regiões metropolitanas com população acima de 750 mil habitantes terão valor máximo de financiamento pelo programa de R$ 270 mil, que anteriormente era de R$ 255 mil. Na prática, ficou:

Faixas 1 e 2

  • Capitais com mais de 750 mil habitantes: até R$ 260 mil;
  • Metrópoles com mais de 750 mil habitantes: até R$ 270 mil;
  • Metrópoles com população entre 300 mil e 750 mil habitantes: R$ 255 mil;
  • Capitais com população entre 300 mil e 750 mil habitantes: R$ 255 mil.

Faixa 3

  • Imóveis de até R$ 350 mil.

Faixa 4

  • Imóveis de até R$ 500 mil.