Durante muitos anos, a planta foi o principal critério de decisão na compra de um imóvel. Metragem, número de quartos e disposição dos ambientes eram praticamente suficientes para fechar negócio. Hoje, esse cenário mudou. As áreas comuns deixaram de ser complemento e passaram a ocupar papel decisivo.

O mercado imobiliário vive um momento em que o edifício é entendido como extensão da própria casa. Especialmente em tipologias mais compactas, o morador não enxerga mais o apartamento de forma isolada, mas como parte de um conjunto de experiências que incluem lazer, convivência, bem-estar e praticidade.

Extensão real do apartamento

Com apartamentos entre 59 m² e 71 m², como é o caso do 15W22, pronto para morar, as áreas comuns cumprem a função de ampliar a percepção de espaço e agregar valor ao produto.

Academia equipada, espaços gourmet, áreas de convivência e lazer passaram a funcionar como ambientes complementares da unidade. Na prática, o morador passa a utilizar o prédio como uma casa ampliada. Isso permite a redução de deslocamentos, o ganho de tempo, mais segurança e comodidade.


O 15W22 traduz essa nova leitura de mercado ao tratar a área comum como elemento central do empreendimento. O projeto arquitetônico valoriza estética e praticidade, e possui ambientes que atendem diferentes perfis, desde jovens a famílias e público sênior.

Outro diferencial estratégico é o fato de a área comum estar pronta para visitação. A experiência sensorial influencia diretamente a decisão de compra. Com o empreendimento já finalizado, é possível que o cliente visualize o estilo de vida proposto e perceba o padrão do projeto além da planta.