Goiânia acaba de conquistar mais um importante reconhecimento nacional. A capital foi destacada pela Revista Turismo Brasil, publicação desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com a UNESCO, como referência na implementação do conceito de Destino Turístico Inteligente (DTI). O modelo integra tecnologia, inovação, sustentabilidade, acessibilidade e governança para melhorar a experiência de moradores e visitantes.
O reconhecimento reforça uma transformação que vem sendo observada nos últimos anos. Goiânia deixou de ser apenas um polo regional de negócios e serviços para se consolidar também como destino para eventos, turismo corporativo, turismo de saúde e experiências gastronômicas. Esse movimento tem reflexos diretos no mercado imobiliário.
Com o aumento de visitantes e profissionais que permanecem na cidade por períodos curtos, cresce também a demanda por hospedagens flexíveis e bem localizadas. Com essa nova realidade, os empreendimentos compactos e o mercado de short stay ganham cada vez mais espaço, atraindo investidores em busca de rentabilidade e diversificação patrimonial.
Lucas Sigu, gestor de investimento, avalia que quando se fala de investimento, todo ponto positivo vem com um 'custo'. “A diária de um imóvel de short stay tem uma margem muito maior do que a de um aluguel tradicional. O que o investidor tem que se atentar para poder usufruir da maior rentabilidade do short stay é garantir que o prédio esteja alinhado e, de preferência, tenha estrutura adequada e facilitadora do short stay”, explica.
Além disso, avalia o especialista, é importante saber que está sujeito a sazonalidade e que precisa acompanhar a movimentação de alguma forma. “Seja terceirizando ou fazendo a gestão por conta própria. Isso claro, sem dúvidas o short stay tem um potencial de retorno bem mais atrativo. Em termos financeiros, estamos falando de quase o dobro da rentabilidade ou mais, comparando casos bem sucedidos de ambas as formatações”, diz o especialista.