Custo da construção sobe 6,61% em 12 meses e supera a inflação nas capitais pesquisadas
Alta da mão de obra chega a 7,63% no período, enquanto São Paulo lidera o ranking regional, com avanço de 7,48%
Por
CompartilheestaNotícia
22/10/2026
Alta da mão de obra chega a 7,63% no período, enquanto São Paulo lidera o ranking regional, com avanço de 7,48%
O custo da construção civil acumulou alta de 6,61% em 12 meses até setembro de 2026, acima da inflação ao consumidor, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 4,58% no período. O resultado do Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), reflete principalmente a pressão da mão de obra, cujo custo avançou 7,63% na mesma base de comparação.
Em setembro, o INCC-M registrou variação de 0,25%. O resultado acumulado ficou abaixo dos 7,07% registrados em setembro de 2025, mas ligeiramente acima dos 6,56% observados em junho deste ano. Os dados constam no relatório setorial de outubro do BB Investimentos, com informações da FGV Ibre.
Entre os componentes do índice, a mão de obra apresentou alta de 7,63% em 12 meses, enquanto os materiais de construção acumularam aumento de 5,87%. Em setembro, as variações foram de 0,37% e 0,17%, respectivamente.
Apesar de registrarem as menores variações mensais de 2026, tanto a mão de obra quanto os materiais continuam com aumentos acumulados superiores ao IPCA. Segundo o relatório, essa diferença é observada desde abril deste ano.
A escassez de profissionais qualificados permanece entre os fatores que limitam a atividade da construção civil e pressionam os custos do setor. O componente de mão de obra contribui para a alta acumulada do INCC-M desde meados de 2022.
São Paulo lidera alta entre as capitais
São Paulo registrou o maior aumento acumulado do custo da construção entre as sete capitais pesquisadas, com alta de 7,48% em 12 meses. A cidade também apresentou a maior variação mensal em setembro, de 0,33%.
Salvador aparece na segunda posição, com avanço de 6,19%, seguida por Recife, com 6,11%, e Porto Alegre, com 6,08%. Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília completam a lista, todas com aumentos superiores à inflação acumulada no período.
O INCC-M acompanha a variação dos custos de materiais, equipamentos, serviços e mão de obra empregados na construção de edificações. O indicador é utilizado para acompanhar a evolução das despesas do setor, mas não mede o preço de venda dos imóveis.
A alta do índice, portanto, não significa que os imóveis tenham registrado valorização na mesma proporção. O impacto sobre os preços finais depende de fatores como o orçamento de cada empreendimento, a etapa da obra e as condições de mercado.
AcompanheasúltimasnotíciasdoMercado
22/10/2026
Mercado brasileiro registrou R$ 12,2 bilhões em transações no terceiro trimestre, o segundo maior volume trimestral em 12 anos
22/10/2026
O empreendimento foi apresentado em meeting realizado nesta quarta-feira (21)
21/10/2026
Executivo, que foi por muitos anos diretor comercial da Vega, assume a área comercial com a missão de reforçar a liderança da empresa no Centro-Oeste
21/10/2026
Imóvel na Avenida Araguaia deverá receber apartamentos para locação por temporada, enquanto proprietários adotam medidas para reforçar a segurança
Bem-vindo de volta!
Faça o login na aplicação com as suas credenciais de acesso
Façaologinnaaplicação
ou
Ainda não possui conta?
Faça parte da maior comunidade doMercado Imobiliário
Recuperesuasenha
Se o e-mail informado estiver cadastrado em nossa base, você receberá as instruções de redefinição de senha em instantes.