Expectativas de redução da taxa Selic aponta para cenário mais atrativo para o mercado imobiliário
Especialistas acreditam que a primeira reunião do Copom de 2026 já deve anunciar a primeira redução do ano, caindo ao menos 0,25 ponto percentual
Por
CompartilheestaNotícia
10/01/2026
Especialistas acreditam que a primeira reunião do Copom de 2026 já deve anunciar a primeira redução do ano, caindo ao menos 0,25 ponto percentual
Após prolongado período de juros elevados, com a taxa básica de juros - a taxa Selic - sendo mantida a 15% ao ano por quatro meses consecutivos, a expectativa é que 2026 inicie com redução. Especialistas acreditam que a próxima reunião do Comitê de Política Monetário (Copom) do Banco Central (BC), prevista para ocorrer nos dias 27 e 28 de janeiro, deverá trazer um respiro, propiciando um cenário econômico mais atrativo também para o mercado imobiliário.
Segundo estimativas da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), cada redução de 1 ponto percentual na Selic pode permitir que cerca de 160 mil famílias voltem a ter acesso ao financiamento habitacional. Em entrevista à AutImob, o economista e professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Júlio Paschoal, afirmou que é esperado que o Copom aprove ao menos uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros já nesta primeira reunião do ano.
“Há uma pressão do próprio mercado para que comecem a reduzir a taxa Selic. Mas, mesmo havendo uma tendência de queda da Selic, ela vai ser extremamente pequena e com intervalos maiores. Por exemplo, o máximo que ela pode cair esse ano, que eu acredito, seria de 15% para 14%, o que ainda é excessivamente alto”, avalia o economista.
O especialista considera a redução mínima de 0,25% a cada reunião. Ao longo do ano serão oito ao todo, com intervalos de 45 dias. Paschoal explica que um dos motivos do Copom manter a taxa a 15% por período prolongado decorre de uma tentativa de conter a inflação.
“Ele [o Copom] mantém a taxa Selic alta, em partes, para conter a inflação, mesmo ela não sendo de demanda, porque ela trava o crédito, e também para atrair dólar de fora. Na minha concepção, vão continuar [com a taxa a níveis acima de 14%], porque a satisfação é dada aos interesses do mercado financeiro, e não ao desenvolvimento do país”, avalia.
E analisa: “o que atrapalha o mercado imobiliário nesse momento é a manutenção da taxa Selic a 15%, porque ela é um direcionador dos juros do mercado. E ela representa 40% dos contratos do mercado”, afirma Júlio Paschoal.
No entanto, agentes do mercado projetam um cenário mais positivo do que o apresentado pelo economista, ao longo do ano, com uma redução entre 2 e 3 pontos percentuais nas taxas de juros. Se isso se consolidar, promoverá a ampliação do acesso ao crédito imobiliário, sobretudo para a classe média, mais sensível ao custo do financiamento.
AcompanheasúltimasnotíciasdoMercado
31/10/2026
Construída em 1929, residência em Los Angeles tem cinema privativo, piscina e detalhes ligados à história de Hollywood
30/10/2026
IGMI-R da Abecip aponta alta de 11,76% na capital goiana no acumulado anual; no Brasil, índice desacelerou para 12,58% em setembro
30/10/2026
Nova estrutura comercial da incorporadora aposta em informação ágil, campanhas direcionadas e atendimento próximo aos parceiros de vendas
30/10/2026
Com unidades a partir de 29 m² e foco em short stay, o empreendimento chega a Goiânia em um momento em que os imóveis compactos valorizam acima da média nacional
Bem-vindo de volta!
Faça o login na aplicação com as suas credenciais de acesso
Façaologinnaaplicação
ou
Ainda não possui conta?
Faça parte da maior comunidade doMercado Imobiliário
Recuperesuasenha
Se o e-mail informado estiver cadastrado em nossa base, você receberá as instruções de redefinição de senha em instantes.